Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Renan Santos pede saída de ministros do STF e autoridades durante ato em São Paulo

Candidato também defendeu novas investigações sobre o Banco Master, uma nova Constituição e mudanças na política de segurança pública.

Renan Santos faz ato no Ibirapuera e pede afastamento de Toffoli e Moraes do STF, de Andrei da PF e de Gonet da PGR
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) pediu nesta segunda-feira (7) a saída dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante um ato no Parque Ibirapuera, em São Paulo, ele também defendeu o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

As propostas foram apresentadas em um manifesto. O documento defende a continuidade das investigações sobre o Banco Master e a apuração da conduta de lideranças políticas, empresariais e do meio jurídico. No discurso, Renan afirmou: “Que se abra a caixa-preta do Banco Master e que parem todos na cadeia”.

O candidato criticou a falta de indignação da população diante dos problemas do país. Segundo ele, os brasileiros estão “viciados no erro” e mantêm práticas tradicionais da política. Renan também disse ter ficado assustado com a presença do presidente Lula e de Flávio Bolsonaro nas primeiras colocações das pesquisas eleitorais.

Para o candidato, o combate à corrupção deixou de ser prioridade e foi substituído pela defesa de políticos de estimação. Ele atribuiu às gerações mais velhas a manutenção dos problemas nacionais e afirmou que os brasileiros mais jovens seriam os únicos preocupados com o futuro do país.

Renan ainda criticou escolhas políticas feitas por homens e mulheres mais velhos e associou integrantes da Suprema Corte a escândalos de corrupção. Também defendeu uma nova Constituição, mas não explicou como seria convocado o processo constituinte nem quais pontos da Carta atual pretendia alterar.

Segurança pública

Ao tratar de segurança pública, o candidato defendeu que policiais atirem contra criminosos armados e rejeitou a classificação da proposta como radical. Ele disse não aceitar uma democracia que, na avaliação dele, deixe brasileiros submetidos ao crime organizado.

Na sequência, Renan afirmou que o Brasil é uma república democrática e que os direitos humanos dos brasileiros devem ser respeitados.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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