Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
Viver bem, todos os dias
Brasil

Campanha de Augusto Cury propõe isenção ampla para itens de saúde

Representante do Avante também apresentou prioridades para os primeiros 100 dias de um eventual governo e propostas para o SUS.

Campanha de Cury defende que “saúde não deve ser tributada”

A campanha presidencial do escritor e psiquiatra Augusto Cury, do Avante, defende alíquota zero para medicamentos, equipamentos e dispositivos médicos. A proposta foi apresentada por Paula Távora no Fórum Saúde, Diálogo e Desenvolvimento, realizado nesta 5ª feira (24.set.2026).

“Saúde não deve ser tributada”, afirmou Távora. A representante também criticou o modelo previsto na reforma tributária. A legislação estima redução de 60% nas alíquotas de IBS e CBS para medicamentos em geral e alíquota zero para produtos específicos. Para dispositivos médicos, estão previstos tratamentos diferentes conforme os produtos e as operações.

Segundo Távora, as regras não são claras e devem ser aplicadas daqui a 3 meses. Ela comparou a cobrança sobre dispositivos médicos ao IPVA e afirmou que há incidência na compra, no uso e na troca dos equipamentos.

Prioridades para os primeiros 100 dias

Na área da saúde, a candidatura apresentou 3 eixos para os primeiros 100 dias de governo. O 1º é ampliar a atenção primária em municípios pequenos e regiões remotas, com mapeamento e estruturação de unidades. A proposta, segundo Távora, busca evitar que a assistência fique concentrada nas grandes cidades.

O 2º eixo é a prevenção de doenças oncológicas com base no modelo do Hospital de Amor, em Barretos (SP), referência em prevenção e diagnóstico do câncer. “Nós queremos copiar, colar e instalar esse modelo na prevenção de doenças oncológicas”, disse.

O 3º envolve saúde mental, com atenção à neurodivergência e à integração entre saúde e educação. A candidatura também citou a longevidade e defendeu políticas voltadas à funcionalidade da população idosa.

SUS, emendas e doenças raras

Sobre o financiamento do SUS, Távora afirmou que o principal problema do sistema é a gestão, e não a falta de recursos. Ela defendeu mudanças na distribuição e no acompanhamento do dinheiro público destinado à saúde.

Para as emendas parlamentares, a campanha propõe sistemas de governança que obriguem parlamentares a justificar a destinação dos recursos e a prestar contas dos resultados.

Na judicialização da saúde, a proposta é criar, no Ministério da Saúde, um departamento específico para doenças raras, com orçamento separado. A medida abrangeria doenças preveníveis ou não.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5