Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Flávio Roscoe pode desistir da disputa pelo governo de Minas

Ex-presidente da Fiemg deve abrir mão da candidatura para apoiar Cleitinho, do Republicanos; decisão pode sair em Belo Horizonte.

PL pode anunciar desistência de Roscoe nesta terça

Flávio Roscoe pode desistir da candidatura ao governo de Minas para apoiar Cleitinho, do Republicanos. A decisão é esperada para as próximas horas, mas ainda é tratada como possibilidade nos meios políticos.

Ex-presidente da Fiemg, Roscoe entrou na disputa depois de um período de indefinição de Cleitinho sobre a própria candidatura. A ideia inicial era unir PL e Republicanos, formar uma candidatura competitiva e ampliar o palanque de Flávio Bolsonaro.

Bolsonaro participou do lançamento da campanha de Roscoe em Minas, mas pesquisas citadas no meio político indicam que o nome do ex-presidente da Fiemg não avançou. Roscoe também ficou afastado após ter Covid, agravada por pneumonia.

Posições de Marcelo Aro

Candidato ao Senado pelo Progressistas, Marcelo Aro defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos. Ele afirmou que facções criminosas recrutam jovens de 16 a 18 anos porque eles não são presos. Aro também é favorável à castração química para estupradores de crianças e mulheres.

“O Brasil vive hoje a ditadura do Judiciário”, disse Aro. Ele defendeu o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal e afirmou que o processo exige habilidade e conhecimento técnico. Entre os nomes citados por ele está Alexandre de Moraes.

Sobre a dívida de Minas, Aro afirmou que o acordo do Propag reuniu o que era possível e que o estado terá de pagar os 180 bilhões de reais devidos. Na avaliação dele, a entrega de ativos pode ser necessária para reduzir o valor. Também defendeu que os 500 milhões de reais pagos mensalmente por Minas sejam destinados a investimentos da União no estado.

Outras declarações na campanha

Tony Carlos, candidato a deputado estadual, denunciou uma suposta tentativa de suborno contra seu motorista. Segundo ele, a proposta teria sido enviada por WhatsApp.

Anderson Adauto, candidato a deputado federal, participou de um encontro com a Diretoria da Aciu e avaliou o cenário nacional. Para ele, a direita tinha nomes melhores para a Presidência da República, como Tarcísio de Freitas, mas acabou dependente da extrema direita.

Adauto também afirmou que podem surgir propostas de reforma do Judiciário depois da eleição, incluindo mandato de 10 a 12 anos para ministros do Supremo Tribunal Federal. Na avaliação dele, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques podem deixar a Corte depois da eleição. André Mendonça, segundo Adauto, poderia escapar de punição ou impeachment, mas receberia uma advertência para mudar sua conduta.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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