Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Simone Tebet defende fim da escala 6×1 e integração no combate ao crime

Candidata ao Senado por São Paulo também apoiou novas áreas de exploração de petróleo com responsabilidade ambiental.

A candidata do PSB ao Senado por São Paulo e ex-ministra do governo Lula, Simone Tebet, defendeu a aprovação do fim da escala 6×1, a PEC da Segurança Pública e a exploração de petróleo em novas áreas, desde que acompanhada de responsabilidade ambiental e sustentabilidade.

Redução da jornada

Tebet afirmou que levou o tema da redução da jornada de trabalho ao debate público durante o governo Lula e criticou a demora na aprovação da proposta. Para ela, o fim da escala 6×1 representa uma medida de justiça social e também pode aumentar a produtividade.

A candidata citou um estudo do Ipea para contestar a ideia de que a redução das horas trabalhadas por semana levaria o país a uma crise econômica. Ao relatar uma conversa com uma trabalhadora, resumiu: “A minha vida não cabe apenas num domingo”.

Em outro exemplo, mencionou o relato de uma microempreendedora do setor de café do Mercadão Municipal de São Paulo. Segundo Tebet, a empresária apontou mais produtividade e menor rotatividade entre os possíveis efeitos da redução da jornada. Para diminuir impactos sobre pequenos negócios, a candidata defendeu medidas como a desoneração da folha de pagamento.

Segurança pública

Sobre a PEC da Segurança Pública, Tebet atribuiu a não aprovação da proposta à pressão de governadores dos estados, em sua maioria de direita. Ela defendeu uma estratégia integrada contra o crime organizado, que, segundo sua avaliação, atua de forma transnacional e também utiliza o sistema financeiro para lavar dinheiro por meio de atividades lícitas.

A candidata citou a infiltração de facções, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), no sistema de transportes de São Paulo, com envolvimento de políticos. Para enfrentar o problema, propôs a atuação conjunta da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, das polícias militares e civis estaduais, do Ministério Público e da Receita Federal, além do uso das Forças Armadas nas fronteiras.

Petróleo e sustentabilidade

Tebet também avaliou que a autorização do Ibama para a perfuração de novos poços na margem equatorial é necessária para analisar a viabilidade econômica e técnica da atividade, considerando seus possíveis impactos ambientais.

A candidata disse confiar nas instituições, nos órgãos de controle e no trabalho da Petrobras. Na avaliação dela, o aumento da produção de petróleo pode gerar desenvolvimento e recursos para políticas sociais, desde que o progresso esteja associado à sustentabilidade. “Não podemos ter medo do progresso se ele vier com responsabilidade”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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