Soninha Francine, candidata ao Senado por São Paulo pelo Cidadania, propõe uma política nacional para integrar informações entre polícias federais, estaduais e municipais no combate ao crime organizado e tecnológico. Para ela, a coordenação deve preservar as particularidades de cada região.
“É fundamental que a gente tenha uma política nacional que preveja, no mínimo, essa obrigatoriedade e essas ferramentas de integração”, afirmou Soninha.
Trabalho e proteção às mulheres
A candidata considera justo o fim da escala 6×1, desde que os trabalhadores tenham ao menos dois dias de descanso por semana. Ao mesmo tempo, defende a criação de modelos formais de emprego flexível para atender trabalhadores e pequenos comerciantes que buscam mais autonomia sem deixar a formalidade.
Na área de proteção às mulheres, Soninha propõe que a União financie continuamente Centros de Referência da Mulher nos municípios. Ela também defende penas mais duras para crimes sexuais e agressões, além de recursos federais para a criação e a manutenção desses equipamentos.
Petróleo e transição energética
Soninha diz que sua primeira reação à exploração de petróleo na margem equatorial foi de contrariedade, por considerar incoerente autorizar a atividade enquanto o governo afirma ter compromisso climático. Ainda assim, avalia que a exploração pode ocorrer com licenciamento criterioso e fiscalização rigorosa.
A candidata afirma que o país ainda precisa desses recursos para financiar a transição energética, que considera muito cara. “Havendo um licenciamento bem feito, havendo a garantia de uma fiscalização rigorosa, pode-se explorar o petróleo”, declarou.
Papel do Senado
Soninha também afirmou que o Senado deve apurar possíveis crimes de responsabilidade praticados por integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), com respeito ao devido processo legal. Segundo ela, essa atribuição é institucional, e qualquer investigação precisa seguir todas as etapas previstas.







