Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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STF mantém pena de Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo

Primeira Turma rejeitou por unanimidade o recurso do ex-deputado e confirmou a condenação a quatro anos e dois meses de prisão.

Por unanimidade, STF rejeita recurso e mantém condenação de Eduardo Bolsonaro

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal manteve a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. O recurso apresentado pela defesa foi rejeitado por unanimidade em julgamento virtual encerrado nesta sexta-feira 18.

O resultado foi de 4 votos a 0. Participaram da decisão os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, além de Alexandre de Moraes, relator do caso.

A condenação havia sido confirmada pelo colegiado em junho deste ano, após análise da acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República. Na ocasião, os ministros concluíram que havia provas de que Eduardo Bolsonaro articulou o tarifaço dos Estados Unidos contra exportações brasileiras.

Segundo o entendimento da Corte, a iniciativa teria buscado evitar a condenação de Jair Bolsonaro, pai do ex-deputado e ex-presidente, no processo que trata da trama golpista. A estratégia também teria incluído ações para aumentar a pressão sobre o Brasil e sobre integrantes do Supremo.

Entre as medidas mencionadas estão a tentativa de obter sanções contra ministros da Corte, a revogação dos vistos de ministros do Supremo e do governo federal e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. Conforme a decisão, essas iniciativas tinham o mesmo objetivo de pressionar as autoridades envolvidas no caso.

Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o ano passado. Ele também perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados. Com a rejeição do recurso, a Primeira Turma preservou a sentença aplicada anteriormente ao ex-deputado.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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