Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Seis hábitos para proteger o coração no dia a dia

Atividade física, alimentação equilibrada, sono, controle do estresse e exames ajudam a manter a saúde cardiovascular.

Seis hábitos para proteger o coração no dia a dia

Cuidar do coração não precisa começar apenas depois de uma alteração em exame, de uma alta na pressão ou de algum sinal do corpo. A prevenção é construída com escolhas mantidas no dia a dia, como se movimentar, comer bem, dormir o suficiente, administrar o estresse e acompanhar a própria saúde.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos façam de 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada por semana, ou o equivalente em exercícios mais intensos. A orientação também inclui fortalecimento muscular pelo menos dois dias na semana. Para a entidade, qualquer movimento é melhor do que nenhum, enquanto longos períodos parado aumentam o risco de problemas cardiovasculares.

Nelson Lins, especialista em wellness, empresário e fundador da Selfit e da Face Doctor, afirma que o desafio da prevenção está em transformar informação em prática sem criar uma rotina impossível de manter. “O coração gosta é de consistência, de hábitos reais que encaixam na vida de verdade”, diz.

Como levar os cuidados para a rotina

A primeira recomendação é mudar a forma de enxergar o exercício. A atividade física não precisa estar ligada apenas à aparência: caminhar, subir escadas, pedalar, nadar e fazer musculação são alternativas para reduzir o sedentarismo. O ideal é escolher uma opção que traga prazer e possa ser repetida com frequência.

Também vale reservar um espaço específico para o movimento na agenda. Em vez de esperar sobrar tempo, a pessoa pode tratar o exercício como um compromisso. Quando o dia estiver corrido, os minutos podem ser distribuídos ao longo da jornada, sem a necessidade de concentrar duas horas seguidas.

Outro ponto é diminuir o tempo sentado durante o dia. Levantar para pegar água, caminhar enquanto fala ao telefone e usar mais as escadas são atitudes simples que complementam o treino. Uma hora de exercício não elimina o efeito de passar as outras nove horas parado, segundo Lins.

Na alimentação, a sugestão é priorizar escolhas possíveis de manter a longo prazo, sem restrições extremas. O cuidado inclui acompanhar colesterol, glicemia e pressão arterial, aspectos destacados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em suas diretrizes de prevenção.

Sono e estresse também fazem parte da saúde cardiovascular. Noites mal dormidas, tensão constante e uma rotina acelerada indicam a necessidade de desacelerar, descansar e recuperar as energias.

Por fim, o acompanhamento médico ajuda a identificar alterações antes que alguns problemas avancem. Medir a pressão, fazer exames de rotina, conhecer o próprio corpo e contar com um médico de confiança são medidas preventivas. Algumas condições cardíacas podem evoluir sem sintomas, por isso não é preciso esperar uma dor para buscar cuidado.

Para Nelson Lins, a saúde do coração depende do equilíbrio entre acompanhamento profissional e escolhas diárias. Não há uma única mudança capaz de resolver tudo: a prevenção é formada pela repetição de pequenas atitudes ao longo da vida.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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