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Tulsi: o que a ciência já estuda sobre a planta indiana

Conhecido como manjericão-sagrado, o tulsi tem compostos antioxidantes e não contém cafeína, mas exige cuidados no consumo regular.

Tulsi: o que a ciência já estuda sobre a planta indiana

O tulsi, também chamado de manjericão-sagrado, é uma planta originária do continente asiático e tradicionalmente presente em práticas indianas. Apesar de lembrar o manjericão usado na culinária brasileira, ele pertence a uma espécie diferente: a Ocimum tenuiflorum.

A planta ganhou interesse especialmente na forma de infusão. Wagner dos Reis, coordenador do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, explica que o tulsi reúne compostos bioativos estudados pela ciência. Ele também alerta que é preciso diferenciar os efeitos observados em pesquisas das propriedades terapêuticas atribuídas à planta sem evidências suficientes.

O que é estudado sobre o tulsi

O tulsi contém compostos fenólicos e outras substâncias com atividade antioxidante. Esses componentes ajudam o organismo a combater os efeitos do excesso de radicais livres.

A planta também é frequentemente classificada como adaptógeno, termo associado a substâncias relacionadas à adaptação do organismo a situações estressantes. Isso, porém, não significa que o tulsi trate a ansiedade ou elimine os efeitos do estresse.

Algumas substâncias presentes na planta são investigadas por seu potencial anti-inflamatório. Resultados obtidos em pesquisas laboratoriais não comprovam, por si só, que o chá seja capaz de tratar inflamações ou doenças.

Outra característica é a ausência natural de cafeína. Como não é produzido a partir da Camellia sinensis, o tulsi pode ser uma alternativa para quem quer reduzir o consumo da substância, principalmente no fim do dia.

A infusão também permite variar sabores sem recorrer a bebidas açucaradas. O tulsi tem aroma próprio e pode ser consumido puro ou combinado com outros ingredientes.

Cuidados antes do consumo

O manjericão-sagrado não deve ser confundido com o manjericão tradicional da culinária brasileira. Embora as duas plantas pertençam ao mesmo gênero botânico, elas têm composição e usos diferentes.

Gestantes, lactantes, pessoas com doenças crônicas e quem usa medicamentos continuamente devem buscar orientação profissional antes de consumir a planta com regularidade, sobretudo quando a intenção for obter algum efeito terapêutico.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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