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Vaselina pode ajudar a hidratar cutículas ressecadas

Aplicada à noite, uma camada fina de vaselina ajuda a reduzir a perda de água, mas não acelera o crescimento das unhas.

Vaselina pode ajudar a hidratar cutículas ressecadas

Cutículas ásperas, ressecadas ou descamando podem melhorar com a aplicação de uma pequena quantidade de vaselina antes de dormir. A American Academy of Dermatology (AAD) cita o produto como uma opção econômica para cuidar da pele seca ao redor das unhas.

A vaselina age como um agente oclusivo: cria uma camada sobre a pele e ajuda a reduzir a perda de água. Com isso, pode favorecer a hidratação e deixar as cutículas mais macias ao longo do tempo. O cuidado é voltado ao ressecamento, não ao crescimento das unhas.

Como aplicar

Depois de lavar e secar bem as mãos, espalhe uma camada fina do produto diretamente nas cutículas. Massageie suavemente para distribuir a vaselina, sem precisar empurrar ou cortar a pele. A aplicação pode ser feita diariamente ou sempre que a região estiver ressecada.

O período noturno facilita a rotina porque o produto pode permanecer sobre a pele durante o descanso, sem o atrito constante das atividades do dia. Não é preciso exagerar na quantidade. Se a sensação oleosa incomodar, basta usar menos vaselina.

A hidratação também pode tornar a região mais confortável e melhorar a aparência das cutículas descamativas. Em vez de tentar remover a pele ressecada, o cuidado ajuda a recuperar sua condição.

O produto acelera o crescimento das unhas?

Não. A principal função da vaselina nesse cuidado é atuar sobre o ressecamento da pele ao redor da unha. Uma cutícula hidratada pode deixar as unhas com aparência mais uniforme, mas isso não significa que o produto altere a velocidade natural de crescimento da lâmina ungueal.

Também é importante reduzir hábitos que favorecem o ressecamento, como o contato frequente com água e produtos de limpeza sem proteção adequada. Se houver dor, vermelhidão persistente, inchaço ou sinais de infecção, a hidratação caseira não substitui a avaliação de um dermatologista.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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