Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Água do grão-de-bico vira espuma para doces sem ovos

Com proteínas que retêm ar, o caldo pode ganhar volume e ser usado em merengues, suspiros, tortas doces e pavês.

O caldo que sobra do cozimento do grão-de-bico pode ganhar outra função na confeitaria: virar uma espuma firme para preparos sem ovos. Quando batido, o líquido forma uma estrutura volumosa e elástica, capaz de receber açúcar, aromas e corantes suaves.

A textura depende da concentração do caldo. Se estiver muito ralo, a orientação é levá-lo ao fogo brando para reduzir. Depois, o líquido concentrado deve descansar na geladeira. O resfriamento ajuda a preservar a estrutura antes da etapa de bater.

Como formar a espuma

O caldo gelado deve ser trabalhado com equipamento elétrico, em movimentos contínuos e regulares. A agitação incorpora ar e deixa a mistura mais densa, brilhante e aveludada. O açúcar entra aos poucos, o que ajuda a dissolver os cristais e a manter as paredes de ar da espuma.

Para reforçar a estabilidade, podem ser usadas pequenas quantidades de limão ou cremor tártaro. Esses ingredientes ácidos alteram o equilíbrio da mistura e ajudam a evitar que ela desmonte. Com a estrutura firme, o merengue pode ser moldado com bico de confeitar.

Forno e usos na confeitaria

Para fazer suspiros, a massa precisa ser desidratada lentamente em temperatura baixa. O calor excessivo pode caramelizar o açúcar antes que a secagem termine e escurecer a superfície. A recomendação é manter o forno semiaberto, permitindo a saída do vapor, e esperar o resfriamento completo antes de retirar os doces da assadeira.

A base também pode ser aplicada em coberturas de tortas doces e pavês. Em tortas de limão e frutas, o topo pode receber uma finalização com maçarico culinário, que doura rapidamente a superfície sem comprometer o recheio interno.

O canal VegetariRango, no YouTube, apresenta um vídeo sobre os pontos do preparo.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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