Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Augusto Cury propõe ampliar produção agrícola e serviços de saúde na Amazônia

Em Porto Velho, candidato também defendeu privatização de rodovias, telemedicina e ações para afastar jovens do crime organizado.

Augusto Cury defende verticalização da produção agrícola durante agenda na Amazônia
Foto: Amanda Oliveira/g1

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu, durante visita à cidade nesta quinta-feira (24), a ampliação da produção agrícola na Amazônia por meio da chamada verticalização. A proposta é processar soja e milho na própria região, transformando os grãos em proteína animal.

Cury afirmou que a criação de animais deve crescer junto com o cultivo. Ele citou a expansão da suinocultura, da avicultura e da bovinocultura, além da produção de soja e milho.

O candidato também apoiou a privatização de rodovias como forma de melhorar as condições das estradas e facilitar o transporte. Para ele, o modelo deve ser aplicado de maneira racional, com atenção aos valores dos pedágios para que eles não prejudiquem a produção agrícola, industrial e comercial.

“Sem logística, você fica de mãos atadas para ter a produção agrícola, produção industrial, comercial e assim por diante”, disse Cury. Ele mencionou rodovias privatizadas no estado de São Paulo como exemplo de vias duplicadas e eficientes.

Saúde e segurança

Na área da saúde, Cury afirmou que pretende aumentar os salários dos profissionais, ampliar o número de médicos e melhorar a capacitação técnica do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele também defendeu a expansão da telemedicina, com atendimento para pessoas que estejam no campo, na periferia ou na cidade.

O candidato citou situações de emergência durante a madrugada e afirmou que a tecnologia pode permitir o acesso a uma consulta com especialista em meia hora. Também mencionou a necessidade de valorizar o corpo de enfermeiros.

Para a segurança pública, Cury disse que quer treinar e equipar agentes das polícias Militar e Civil com tecnologia. Ele associou investimentos em educação e na geração de empregos para jovens a medidas de prevenção à entrada no crime organizado.

Segundo o candidato, 6,7 milhões de jovens não trabalham nem estudam e poderiam ser cooptados pelo crime. Cury afirmou ainda que o tráfico de drogas atua a partir dos 11 anos, enquanto o Estado entra aos 17 anos, e defendeu o uso de inteligência estratégica e a integração das forças públicas.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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