Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Desfile da Independência reúne agricultura familiar, combate à violência e forças militares

Cerimônia em Brasília teve participação de cerca de 4 mil pessoas e foi organizada em torno da soberania, da proteção às mulheres e do futebol feminino.

Desfile da Independência reúne agricultura familiar, combate à violência e forças militares

A agricultura familiar, a proteção das florestas, a vacinação, o combate à violência contra meninas e mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027 dividiram espaço com blindados, mísseis, embarcações e aeronaves militares no desfile da Independência, realizado nesta segunda-feira (7). A cerimônia ocorreu na Esplanada dos Ministérios e teve como mensagem central “Soberania: a força que une o Brasil”.

Cerca de 4 mil civis e militares participaram do evento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanhou a programação ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos presidentes da Câmara, Hugo Motta, do Senado, Davi Alcolumbre, e do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

Parte do público pediu o fim da escala de trabalho 6×1 nas arquibancadas e nas proximidades da tribuna das autoridades. Também foram registrados gritos de apoio a Lula e manifestações por “sem anistia”.

Produção de alimentos e proteção ambiental

O governo organizou o desfile em três eixos: soberania nacional, enfrentamento à violência contra meninas e mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027. A abertura teve predominância civil, com estudantes carregando livros e representações de políticas de educação, saúde, esporte e produção de alimentos.

O personagem Zé Gotinha participou em referência à vacinação pública. Também desfilaram integrantes do Programa de Atletas de Alto Rendimento e máquinas destinadas a pequenos produtores. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, o setor reúne cerca de 4 milhões de famílias no país.

A Companhia Nacional de Abastecimento apresentou milho, arroz, leite em pó e 1,32 tonelada de hortaliças, frutas e outros produtos cultivados por agricultores familiares de Planaltina, no Distrito Federal. Após a cerimônia, os alimentos foram destinados a Cozinhas Solidárias.

Ibama e ICMBio participaram de uma ala voltada à defesa das florestas, da biodiversidade e dos recursos naturais. A locução também citou os minerais críticos e as terras raras, além das reservas brasileiras de petróleo e água doce. O tema havia sido abordado por Lula em um pronunciamento na noite de domingo (6).

Proteção das mulheres e futebol feminino

Uma faixa com a mensagem “Brasil unido pela proteção de meninas e mulheres” abriu outro bloco. De acordo com a locução oficial, 180 homens e mulheres de diferentes forças de segurança desfilaram de mãos dadas. A participação ocorreu em um ano de criação de um pacto nacional entre os Três Poderes para enfrentar o feminicídio e outras formas de violência de gênero.

A ala dedicada à Copa do Mundo Feminina de 2027 reuniu pioneiras da seleção brasileira que atuaram nas décadas de 1980 e 1990. Onze ex-jogadoras foram convidadas para a homenagem. Meninas ligadas a projetos esportivos também participaram, enquanto atletas fizeram apresentações ao longo da Esplanada. O Brasil receberá a competição entre junho e julho de 2027.

Equipamentos das Forças Armadas

Na etapa final, tropas da Marinha, do Exército e da Força Aérea passaram pela Esplanada. O desfile motorizado reuniu cerca de 120 viaturas e 30 motocicletas, além de blindados, sistemas de armamentos e mísseis. Embarcações militares foram transportadas pela avenida, enquanto aviões e helicópteros sobrevoaram Brasília.

A Esquadrilha da Fumaça encerrou a programação com manobras sobre a Esplanada dos Ministérios.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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