Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Funeral reúne moradores após ataque a festa de casamento no Irã

Ataque em Kuhestak matou ao menos quatro pessoas, incluindo uma criança; autoridades iranianas estimam quase 70 mortos e feridos.

Funeral reúne moradores após ataque a festa de casamento no Irã

Centenas de moradores de Kuhestak, no sul do Irã, participaram na quinta-feira (3) do funeral das vítimas de um ataque dos Estados Unidos contra uma festa de casamento. Entre os mortos estava Amir-Mohammad Karimi, de quatro anos, a única criança atingida. O caixão foi levado sobre uma caminhonete coberta pela bandeira iraniana.

O míssil atingiu a casa por volta das 21h30 de segunda-feira (1), enquanto a comemoração acontecia. Kuhestak fica no condado de Sirik, na província de Hormozgan, em uma área costeira do Estreito de Ormuz. O local está entre os pontos de maior tensão desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã.

Autoridades dos Estados Unidos afirmam que o alvo era uma torre de telecomunicações a cerca de 135 metros da residência. No Irã, foram contabilizados ao menos quatro mortos: Karimi, uma adolescente de 16 anos e dois adultos. O vice-governador de Hormozgan estimou quase 70 vítimas, entre mortos e feridos. Parte dos feridos está em estado crítico, e as autoridades iranianas alertam que o número de mortos pode aumentar.

Zeinad Mallahi, uma das pessoas presentes na festa, descreveu o momento do ataque: “Ainda escuto as vozes das mulheres alegres e, de repente, o teto da sala e as paredes desabaram sobre nós”.

Questionado sobre o episódio, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse estar “extremamente cético” em relação aos relatos iranianos e afirmou que as Forças Armadas americanas não atacam civis em combate. Ele também declarou que o caso está sendo investigado e respondeu: “Às vezes, coisas acontecem”.

O Movimento Internacional da Cruz Vermelha protocolou uma representação no Tribunal Penal Internacional, pedindo uma investigação independente, imparcial, minuciosa e eficaz. O embaixador iraniano na ONU, Gholamhossein Darzi, pediu providências ao Conselho de Segurança e classificou o bombardeio como crime de guerra.

Na madrugada seguinte ao casamento, Teerã lançou mísseis e drones contra bases dos Estados Unidos no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos, em retaliação.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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