Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Mangueira amplia acesso à educação e ao empreendedorismo nas periferias

Projetos da escola de samba e parceria com o Empreenda Jovem mostram como formação pode fortalecer autonomia e comunidades.

Mangueira amplia acesso à educação e ao empreendedorismo nas periferias

A Estação Primeira de Mangueira desenvolve projetos culturais, esportivos e educacionais voltados à formação e ao acesso de moradores das periferias. A escola de samba defende que o trabalho realizado no território vai além do Carnaval e pode abrir caminhos para educação, emprego, empreendedorismo e novos projetos de vida.

O programa social da Mangueira chegou a atender quase 30 mil pessoas em um único ano, considerando as diferentes iniciativas da instituição. Entre 2018 e 2020, o Centro de Referência Esportiva Mangueira registrou 3.786 participantes, incluindo crianças, adolescentes, jovens adultos, pessoas com deficiência e idosos.

Para Guanayra Firmino, presidenta da Estação Primeira de Mangueira, a oferta de oportunidades é essencial porque o talento já existe nas comunidades, mas nem sempre encontra condições para se desenvolver. Ela afirma que a educação amplia possibilidades e ajuda a encontrar alternativas quando antes parecia haver apenas uma porta fechada.

Formação e empreendedorismo

A escola também recebe a parceria com o programa Mask Empreenda Jovem. A iniciativa oferece conhecimento, orientação e ferramentas para que jovens das periferias transformem ideias em projetos concretos.

Na primeira edição, 1.394 jovens foram certificados. Do total, 66,3% eram mulheres e 66,7% eram pessoas negras. Os dados são apresentados como exemplo do alcance de ações que ampliam o acesso à formação e ao empreendedorismo.

A proposta, segundo Guanayra, é que os efeitos da oportunidade ultrapassem a pessoa participante. Ao aprender a administrar um negócio, organizar as finanças e confiar na própria capacidade, o jovem pode conquistar autonomia com reflexos na família e na comunidade.

Guanayra é cria do Morro da Mangueira e começou sua trajetória aos 17 anos como vice-presidenta da associação de moradores. Desde então, atuou nos bastidores e na diretoria da escola em diferentes mandatos. À frente da Verde e Rosa, defende a valorização dos talentos da comunidade e o investimento em conhecimento, autonomia e futuro.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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