Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Vinte moradoras da Restinga concluem formação para defender direitos das mulheres

Curso prepara novas Promotoras Legais Populares para multiplicar informações e fortalecer redes de proteção na comunidade.

Vinte moradoras da Restinga concluem formação para defender direitos das mulheres

Vinte mulheres da Restinga, na zona sul da cidade, concluem nesta sexta-feira (11) a formação de Promotoras Legais Populares (PLPs). A cerimônia será realizada às 13h, no auditório do campus Restinga do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS).

A iniciativa foi promovida pela Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos, com apoio do campus Restinga do IFRS, do Serviço de Informação à Mulher (SIM) Restinga e da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). O curso começou em maio.

Entre os temas trabalhados estão saúde das mulheres, direitos sexuais e reprodutivos, violência de gênero, Lei Maria da Penha, feminicídio, acesso à Justiça, políticas públicas e atuação comunitária.

Atuação nos territórios

Depois da formação, as novas PLPs passam a atuar como multiplicadoras de informações. A proposta é levar o conhecimento produzido no curso para outros espaços da comunidade, ajudando moradoras a conhecer seus direitos e a acessar serviços da rede de proteção.

A metodologia da Themis reúne conteúdos sobre direitos, troca de experiências e construção coletiva de estratégias para enfrentar desigualdades e violências de gênero. Para Jéssica Miranda Pinheiro, diretora executiva da organização, ampliar o acesso à informação nas comunidades fortalece a cidadania das mulheres.

“As Promotoras Legais Populares têm um papel fundamental na multiplicação desses conhecimentos e na construção de redes de apoio nos territórios”, afirma Jéssica.

A conclusão do curso também marca a entrada das formandas em uma rede de mulheres mobilizadas pela defesa dos direitos humanos, pela democratização do acesso à Justiça e pelo enfrentamento à violência de gênero.

Na Restinga, a formação busca valorizar a atuação das moradoras para ampliar as redes de proteção e divulgar caminhos diante de violações de direitos. A cerimônia deve reunir formandas, familiares, representantes da Themis, instituições parceiras e integrantes da comunidade.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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