Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Moraes pede investigação sobre Mendonça por atuação em dois inquéritos

Petição ao presidente do STF aponta possíveis crimes e pede apuração sobre a relatoria de operações que envolvem o INSS e o Banco Master.

Moraes pede investigação sobre Mendonça por atuação em dois inquéritos
Foto: O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu ao presidente da Corte, Edson Fachin, a investigação do ministro André Mendonça. A solicitação foi apresentada nesta quinta-feira (3) e menciona possíveis crimes relacionados à atuação de Mendonça em dois casos.

A petição aponta “fortes indícios” de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a grupos políticos. As suspeitas se referem à relatoria da Operação Sem Desconto, que investiga desvio no INSS, e da Operação Compliance Zero, que apura fraude bancária envolvendo Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Moraes afirmou que tomou conhecimento de fatos relacionados a um ministro do STF e que, por isso, o caso deveria ser enviado imediatamente à Presidência do tribunal. O pedido foi feito no inquérito das fake news.

Prazo para explicações

Fachin determinou que Moraes, Mendonça, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, apresentem explicações em cinco dias sobre o caso Master.

Na decisão, Fachin disse que cabe à Presidência do STF garantir que uma eventual análise pelo colegiado ocorra com respeito ao devido processo legal, à ampla defesa e ao contraditório.

Moraes também mencionou denunciações caluniosas, fake news e ameaças que, segundo ele, atingem a honorabilidade e a segurança dos integrantes do tribunal.

Na terça-feira (1), Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal e divulgou mensagens trocadas entre Moraes e Daniel Vorcaro. Moraes criticou o vazamento e afirmou que ele teria o objetivo de insinuar a prática de atos ilícitos por integrantes do Supremo.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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