Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Organização cobra liberação de recursos para Parada de Taguatinga

Evento previsto para domingo pode não acontecer após a Secretaria de Cultura informar que não conseguiu liberar os recursos a tempo.

Organização cobra liberação de recursos para Parada de Taguatinga

A organização da Parada LGBTQIA+ de Taguatinga afirma que poderá adotar medidas jurídicas e institucionais caso os recursos destinados ao evento não sejam liberados. A 19ª edição está marcada para este domingo (20), mas o dinheiro ainda não foi repassado pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

A atividade faz parte do calendário oficial de eventos do Distrito Federal desde 2025. De acordo com Diulio Garcia, um dos organizadores, a verba foi aprovada por emenda parlamentar em março deste ano e sancionada pelo GDF em junho. Ele afirma que havia tempo e conhecimento prévio para concluir os procedimentos antes da data prevista.

Possíveis efeitos para trabalhadores

Os organizadores dizem que a realização da parada envolve profissionais de diferentes áreas e pode influenciar o comércio. “A Parada movimenta uma cadeia econômica inteira”, afirmou um representante da organização. Entre os trabalhadores citados estão artistas, DJs, produtores culturais, técnicos, seguranças, brigadistas, motoristas, fornecedores e profissionais de comunicação, alimentação e estrutura.

Na avaliação de Giulio, a demora está ligada à crise financeira enfrentada pelo Distrito Federal após as consequências do caso Master. Ele também menciona atrasos no repasse de recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e cita o risco enfrentado pelo Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Justificativa da Secretaria de Cultura

A pasta informou que a execução do Orgulho Taguá na data planejada foi inviabilizada pela realização de outros eventos, entre eles o Brasília Orgulho 2026 e o Patrimônio Brincante. Como a data da parada não poderia ser alterada, não houve tempo para concluir a liberação dos recursos.

A organização contesta a possibilidade de cancelamento e afirma que a parada é reconhecida oficialmente pelo Distrito Federal, tem data prevista em lei e está relacionada à cultura, à cidadania, à geração de renda e ao direito à cidade. Para os responsáveis, impedir a realização por uma falha administrativa, depois de meses de tramitação e com recursos autorizados, representaria um retrocesso.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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