Uma jovem baleia jubarte foi libertada após ficar presa a cabos de pesca na entrada de Endicott Arm, no Alasca. O emaranhamento envolvia duas armadilhas comerciais usadas na captura de caranguejo Tanner, cada uma com cerca de trezentos e sessenta e três quilos.
A localidade fica a cerca de oitenta quilômetros ao sul de Juneau. Durante o incidente, as linhas atravessaram a boca da baleia, prenderam as barbatanas e se enrolaram perto da cauda. O conjunto dificultava a natação e a respiração do animal.
Operação de resgate
A equipe do programa de resposta a emaranhamentos de grandes baleias usou barcos e ferramentas específicas para cortar os cabos à distância. O trabalho exigiu aproximação cuidadosa, já que movimentos bruscos poderiam ferir partes sensíveis do corpo do cetáceo.
Os socorristas atuaram por aproximadamente cinco horas. Nesse período, fizeram quatro cortes nas cordas principais e conseguiram soltar as armadilhas que mantinham a baleia presa ao fundo do mar.
A operação também precisou levar em conta o peso dos equipamentos submersos e a segurança da tripulação e da embarcação. Para libertar o animal, os profissionais cortaram as linhas que passavam pela boca e estavam presas às barbatanas e à região da cauda.
Com a retirada da maior parte dos apetrechos, a baleia voltou a se deslocar com autonomia. Sem o arrasto das armadilhas no leito marinho, conseguiu retomar a natação e manter a respiração regular na superfície.
O caso está relacionado ao emaranhamento acidental de grandes cetáceos em equipamentos de pesca. A atuação de equipes especializadas permite remover os cabos e os pesos que limitam os movimentos dos animais em áreas costeiras remotas.







