Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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TST mantém salário durante greve e prevê compensação de até 180 dias na Caixa

Decisão também definiu reajuste de 4,6% e deixou pendente a solução para o déficit do Saúde Caixa.

TST mantém salário durante greve e prevê compensação de até 180 dias na Caixa

Os empregados da Caixa Econômica Federal não terão os salários descontados pelos dias de paralisação. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que o período seja compensado em até 180 dias, após julgar a greve na terça-feira (30).

A decisão rejeitou o pedido do banco para que o movimento fosse considerado abusivo e também afastou a aplicação de multa aos sindicatos. O relator do caso, ministro Maurício Godinho Delgado, apresentou o voto.

Reajuste e retorno ao atendimento

O TST definiu reajuste pelo INPC, com aumento real de 0,6% sobre salários e benefícios. O índice totaliza 4,6% sobre o salário, vale a partir de 1º de setembro e terá vigência de dois anos.

As agências da Caixa reabriram em todo o país nesta quarta-feira (30), depois de 19 dias de paralisação dos empregados.

Saúde Caixa

A decisão não resolveu a necessidade de uma medida para o déficit de R$ 470 milhões do Saúde Caixa, plano de assistência médica dos empregados. A mensalidade do titular subiu de 3,5% para 3,66%.

A presidenta da Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal de São Paulo (Apcef-SP), Vivian Sá, afirmou que ainda é preciso avaliar os efeitos da decisão e a composição dos recursos do plano. “Não estamos comemorando”, disse.

Em nota, a Caixa afirmou que respeita as entidades representativas e mantém compromisso com empregados, clientes e sociedade. O banco também informou que cumprirá as determinações da Justiça do Trabalho.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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