TST mantém salário durante greve e prevê compensação de até 180 dias na Caixa
Decisão também definiu reajuste de 4,6% e deixou pendente a solução para o déficit do Saúde Caixa.
Decisão também definiu reajuste de 4,6% e deixou pendente a solução para o déficit do Saúde Caixa.
Mais de 1,5 mil trabalhadores participaram de protesto contra proposta aprovada pela Câmara de Vereadores nesta terça-feira (29).
Decisão do TST encerrou a paralisação, manteve 73 cláusulas e mudou a forma de custeio do benefício para trabalhadores.
Decisão encerra a paralisação, preserva os salários dos dias parados e altera a gestão do plano de saúde dos funcionários.
Oferta foi recusada por 58,6% dos votos em assembleia virtual; paralisação começou em 10 de setembro e segue sem prazo para terminar.
Sindicato questiona cortes, mudanças no plano de saúde e efeitos da reestruturação sobre a presença dos Correios em cidades menores.
Trabalhadores mantêm mobilização, enquanto TST exige 80% do efetivo e julgamento do dissídio está marcado para 21 de setembro.
Paralisação nacional por tempo indeterminado envolve trabalhadores; plano de saúde é um dos principais pontos de conflito.
Paralisação foi aprovada em assembleia em Brasília e envolve reivindicações sobre plano de saúde, jornada e direitos trabalhistas.
Paralisação envolve Banco do Brasil e Caixa, com assembleia nesta quinta-feira e votação aberta até sexta-feira.
Assembleias em João Pessoa e Campina Grande vão avaliar proposta da empresa e possível paralisação a partir de 11 de setembro.
Paralisação foi aprovada em assembleia após trabalhadores rejeitarem proposta para o plano de saúde Saúde Caixa.