Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Londrina combina traçado planejado, arborização antiga e novos espaços verdes

No centro da cidade, avenidas, edifícios, parques e árvores revelam diferentes fases da expansão urbana de Londrina.

Londrina combina traçado planejado, arborização antiga e novos espaços verdes
Foto: Londrina, Paraná, reúne lago, parques e avenidas arborizadas//IMAGEM ILUSTRATIVA

O centro de Londrina reúne ruas organizadas a partir de um plano urbano dos anos 1930, edifícios, comércio, avenidas e árvores que cresceram ao longo das décadas. A cidade, no norte do Paraná, foi planejada longe das capitais e expandiu-se muito além do desenho inicial, sem eliminar completamente a presença do verde na área central.

A planta elaborada por Alexandre Razgulaeff em 1932 previa uma malha predominantemente ortogonal, com ruas, avenidas, praças e a área da igreja definidos quando Londrina ainda era um projeto da Companhia de Terras Norte do Paraná. O crescimento posterior ultrapassou os limites originais, mas o centro preserva quarteirões regulares, eixos comerciais e referências ligadas ao primeiro traçado.

A dimensão atual do município ajuda a mostrar a mudança de escala. O IBGE estima 584.465 habitantes em 2026, em uma área de 1.647,8 km². No Censo de 2022, 13,9% dos moradores da área urbana estavam na região central; as regiões norte, oeste, leste e sul concentravam a maior parte da população.

A arborização combina exemplares antigos com reposição contínua. Desde 2013, Londrina tem um Plano Diretor de Arborização que estabelece regras para plantio, manejo, conservação, retirada e ampliação das áreas verdes em calçadas e canteiros. Em 2025, o Viveiro Municipal registrou 17,3 mil novas árvores, considerando plantios públicos e mudas distribuídas aos moradores. Até agosto de 2026, outras 8,7 mil tinham sido plantadas ou entregues para plantio.

Entre as áreas verdes está o Parque Arthur Thomas, a cerca de três quilômetros da região central. Com 85,47 hectares, o local reúne trilhas, lago, mata e uma antiga usina hidrelétrica, além de conservar um dos últimos remanescentes florestais de grande porte dentro da área urbana.

O Lago Igapó acompanha o Ribeirão Cambé e tem mais de 4,5 quilômetros de extensão. Inaugurado em 1959, tornou-se uma das referências visuais e de lazer de Londrina.

A presença de árvores e parques, porém, não resume a qualidade urbana. O tema também envolve moradia, segurança, mobilidade, saneamento, educação e acesso a serviços. No IPS Brasil 2026, Londrina alcançou 67,73 pontos e ficou entre os dez melhores municípios com mais de 500 mil habitantes, excluídas as capitais.

Ao caminhar pelo centro, o visitante encontra a sobreposição de épocas: o traçado antigo convive com prédios altos, comércio, calçadão e árvores que continuam sendo conservadas, repostas e ampliadas enquanto a cidade cresce.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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