Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
Viver bem, todos os dias
Viagem

Maringá mantém parques e arborização como marcas do planejamento urbano

Cidade do norte do Paraná combina avenidas amplas, áreas verdes e crescimento regional, mas ainda enfrenta desafios de mobilidade e desigualdade entre bairros.

Maringá mantém parques e arborização como marcas do planejamento urbano

A cidade do norte do Paraná preserva, na paisagem e na rotina, características do planejamento urbano iniciado na década de 1940. Avenidas amplas, bairros organizados em torno de grandes eixos e áreas verdes próximas aos fundos de vale seguem visíveis mesmo após décadas de expansão.

O projeto inicial é associado ao engenheiro Jorge de Macedo Vieira. A proposta separava funções urbanas, previa vias largas e reservava espaços verdes. Com o crescimento de Maringá, a estrutura viária e as grandes áreas arborizadas continuaram conectando bairros, região central e parques.

Árvores e áreas verdes

O Censo 2022 do IBGE registrou 97,2% de arborização no entorno dos domicílios da concentração urbana de Maringá. O percentual está entre os maiores observados nas concentrações urbanas analisadas pelo instituto.

A presença de árvores, porém, não é uniforme em todas as ruas. Diferenças entre espécies, idade das plantas, podas, fiação e largura das calçadas fazem da manutenção uma parte importante da gestão urbana.

O Parque do Ingá conserva cerca de 47 hectares de mata em uma área central da cidade. A rede de espaços verdes também inclui o Bosque II, o Parque do Japão, o Bosque das Grevíleas e o Parque do Cinquentenário. Esses locais têm características distintas, com opções como pistas, lagos, jardins e áreas de convivência, além de trechos voltados à preservação da vegetação.

Expansão e desafios

A população de Maringá foi estimada em 429.660 habitantes em 2025 pelo IBGE. A cidade também exerce influência regional em comércio, saúde, universidades, serviços e empregos.

A verticalização e a abertura de novos bairros aumentaram os deslocamentos e a demanda por infraestrutura. Ao mesmo tempo, o desenho urbano original e os parques permanecem como referências, criando um contraste entre o planejamento do século XX e a expansão atual.

A arborização e os parques são vantagens urbanas, mas não afastam congestionamentos, desigualdades entre bairros, pressão imobiliária e dificuldades de mobilidade. A experiência dos moradores varia conforme a localização e o acesso aos serviços. Por isso, classificações sobre qualidade de vida dependem do indicador adotado e não resumem sozinhas a realidade da cidade.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5