Brasil
Fósseis e genomas indicam Europa como berço dos morcegos
Análise com espécies atuais e fósseis reposiciona a origem dos morcegos e aponta surgimento precoce do voo e da ecolocalização.
Análise com espécies atuais e fósseis reposiciona a origem dos morcegos e aponta surgimento precoce do voo e da ecolocalização.
Quatro marcas preservadas na Formação Hell Creek registram o deslocamento de um Tyrannosaurus rex há mais de sessenta e seis milhões de anos.
Análise de esmaltes sugere temperatura corporal de 36,3 °C e reforça a hipótese de metabolismo endotérmico no predador.
Preservação incomum permitiu estudar a posição das placas, o revestimento do corpo, a alimentação e possíveis cores do dinossauro.
Análises de fezes fossilizadas podem identificar alimentos, parasitas e sinais de digestão que não aparecem nos esqueletos.