Domingo, 6 de setembro de 2026
Viver bem, todos os dias
Bem-estar

Hidroginástica oferece exercício de baixo impacto após os 65 anos

A atividade na água pode trabalhar força, equilíbrio e condicionamento com menos pressão sobre joelhos, quadris e tornozelos.

Hidroginástica oferece exercício de baixo impacto após os 65 anos

Para pessoas com mais de 65 anos que sentem dores nos joelhos, quadris ou tornozelos, a hidroginástica pode ser uma forma confortável de continuar se exercitando. A água sustenta parte do peso corporal e reduz a pressão sobre as articulações, enquanto oferece resistência aos movimentos.

Esse ambiente permite trabalhar força, equilíbrio e condicionamento com menos impacto do que algumas atividades realizadas em solo. Caminhar para frente e para trás, elevar os joelhos, abrir e fechar as pernas e movimentar os braços contra a água são exemplos de exercícios possíveis.

Como a água ajuda no movimento

Dentro da piscina, parte do peso do corpo é sustentada pela água. Com isso, diminui a carga que chega aos joelhos, quadris e tornozelos durante cada passo. Para quem sente dor ao caminhar ou subir escadas, a redução da carga pode tornar os movimentos mais toleráveis.

A água também oferece resistência em várias direções. Braços, pernas, tronco, glúteos, abdômen e costas trabalham mesmo sem halteres ou máquinas tradicionais. A intensidade pode ser ajustada com a velocidade, a amplitude dos movimentos ou acessórios próprios para exercícios aquáticos.

Atividades aquáticas estão entre as opções de baixo impacto recomendadas para pessoas com artrite. O CDC informa que exercícios na água podem melhorar o uso das articulações e reduzir a dor sem necessariamente piorar os sintomas. A piscina também pode ajudar quem evita atividades físicas por receio de sentir dor.

A hidroginástica não precisa substituir a musculação. Exercícios de resistência continuam importantes depois dos 65 anos para preservar força, massa muscular e capacidade funcional. As recomendações incluem atividade aeróbica regular, fortalecimento dos principais grupos musculares, exercícios de equilíbrio e progressão adaptada à capacidade individual.

Equilíbrio, duração e cuidados

A água desloca o corpo levemente a cada movimento, exigindo ajustes constantes dos músculos do tronco e das pernas. Esse desafio pode contribuir para o controle corporal em um ambiente no qual o medo de cair tende a ser menor. Força e equilíbrio são importantes para tarefas como levantar de uma cadeira, mudar de direção e caminhar em superfícies irregulares.

Quem está começando pode fazer sessões curtas e aumentar aos poucos. Um ponto inicial proposto é realizar atividades por 20 a 30 minutos, duas ou três vezes por semana, sempre observando a resposta do corpo. A intensidade adequada aumenta a respiração e exige esforço, mas permite manter os movimentos sob controle, sem piora importante da dor depois da aula.

Uma piscina rasa, com apoio próximo e orientação adequada, facilita o início. Não é necessário fazer movimentos bruscos ou saltos. A rotina pode começar com alguns minutos de caminhada dentro da água, elevações suaves dos joelhos, movimentos controlados dos braços e pausas quando houver fadiga excessiva.

Dor intensa, inchaço importante, articulação quente, perda súbita de força ou piora rápida exigem avaliação antes de iniciar uma nova rotina. O mesmo vale para quem passou por cirurgia recente, tem doença cardíaca descompensada, tonturas frequentes ou falta de ar incomum. Nesses casos, a escolha e a intensidade do exercício precisam ser individualizadas.

A hidroginástica pode ser uma alternativa de entrada ou um complemento para quem não tolera bem exercícios tradicionais naquele momento. A melhor atividade é aquela que pode ser feita com segurança, regularidade e pouca dor.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5