Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Seis mudanças no corpo que merecem atenção, segundo especialistas

Queda de cabelo, inchaço, alterações no sono e outros sinais persistentes não devem ser tratados automaticamente como algo normal.

Seis mudanças no corpo que merecem atenção, segundo especialistas

Mudanças no corpo nem sempre indicam uma doença, mas merecem atenção quando se tornam frequentes, aumentam de intensidade ou começam a atrapalhar a rotina. A recomendação dos especialistas é observar o que mudou em relação ao padrão habitual e buscar avaliação quando o desconforto persiste.

A queda de cabelo pode fazer parte do ciclo natural dos fios. O sinal merece investigação quando aumenta de repente, continua por semanas ou aparece depois de dietas restritivas, alterações hormonais, mudanças importantes no organismo ou uso de medicamentos para emagrecer. A Dra. Amanda Caroline Costa Leitão explica que o emagrecimento acelerado pode provocar mudanças metabólicas e interferir temporariamente no crescimento dos cabelos.

O inchaço recorrente nas pernas, nos pés ou ao redor dos olhos também não deve ser ignorado, principalmente quando vem acompanhado de alterações na urina e cansaço persistente. A nefrologista Dra. Andrea Pio de Abreu destaca a relação entre hipertensão e doença renal e afirma que ambas podem evoluir sem manifestações evidentes no início.

Alterações no sono, no humor, na disposição e no ciclo menstrual podem acompanhar a transição para a menopausa. Para o ginecologista Dr. Rafael Lazarotto, esses sintomas não devem ser naturalizados quando comprometem a qualidade de vida.

Acordar várias vezes à noite para urinar, esperar para conseguir urinar ou perceber redução progressiva do jato urinário pode estar relacionado à hiperplasia prostática benigna ou a outras condições do trato urinário. O urologista Dr. Mark Neumaier ressalta que a investigação é necessária para identificar a causa.

Dor, respiração e rotina

Cólicas que fazem a mulher interromper as atividades, dor pélvica persistente, desconforto durante a relação sexual e alterações intestinais ou urinárias no período menstrual podem justificar uma investigação para endometriose. O ginecologista e obstetra Dr. César Patez afirma que nem toda cólica é endometriose, mas a dor que afeta a qualidade de vida não deve ser considerada normal.

A ginecologista e especialista em reprodução humana Dra. Rosaly Bustelo Saab explica que o diagnóstico de endometriose não significa necessariamente dificuldade para engravidar. Quando existe desejo de maternidade, a avaliação pode incluir conversa sobre idade, reserva ovariana, planejamento reprodutivo e estratégias de preservação ou tratamento da fertilidade.

Tosse, falta de ar, chiado e desconforto no peito que não passam também merecem avaliação, especialmente entre usuários de cigarro eletrônico. O pneumologista Dr. Marcelo Ceneviva Macchione alerta que o aerossol dos dispositivos pode conter nicotina, partículas ultrafinas, aromatizantes e outras substâncias capazes de irritar e inflamar as vias respiratórias.

Sintomas que se repetem, pioram progressivamente ou limitam o trabalho, o sono, os exercícios e outras atividades cotidianas devem ser avaliados, mesmo quando parecem situações comuns.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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