Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Ministro aponta falta de provas e determina remoção de vídeo contra Gleisi

Decisão do TSE também cita associação indevida da candidata a casos de corrupção e ao chamado “roubo dos aposentados”.

Ministro aponta falta de provas e determina remoção de vídeo contra Gleisi

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta quarta-feira (23) que Filipe Barros (PL) retire das redes sociais um vídeo contra Gleisi Hoffmann (PT), candidata ao Senado. A decisão afirma que não há registro de investigação, denúncia ou condenação relacionada ao chamado “roubo dos aposentados”.

Produzido com inteligência artificial, o material apresentava Gleisi como cobra, escorpião, raposa e bicho-preguiça, além de relacioná-la a manchetes da Operação Lava Jato. O vídeo também a associava a casos de corrupção dos quais ela foi absolvida ou pelos quais não foi acusada.

Gleisi foi absolvida por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação Penal nº 1003. O conteúdo foi publicado por Barros, que também concorre ao Senado e já havia recebido multa de R$ 20 mil do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), na segunda-feira (21), pelo impulsionamento pago de anúncios com ofensas contra a candidata.

Outras medidas

Os perfis de Barros têm 808 mil seguidores no Instagram e 1,4 milhão no Facebook. Ele é filiado ao Partido Liberal (PL), o mesmo de Flávio Bolsonaro, candidato à presidência. Flávio divide endereço em Brasília (DF) com 16 firmas de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, ligado a fraudes que lesaram mais de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas.

Também nesta quarta-feira (23), o TRE-PR ordenou que Barros removesse um anúncio pago com participação de Deltan Dallagnol (Novo). Embora fosse material de campanha, a peça descumpria decisão anterior do TSE que suspendeu a campanha de Dallagnol.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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