Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Número no pote indica o plástico, não a segurança para micro-ondas

O código de resina ajuda a identificar o material, mas a autorização para aquecimento depende da orientação do fabricante.

Número no pote indica o plástico, não a segurança para micro-ondas

O número gravado dentro do triângulo no fundo de um pote plástico identifica a resina usada na fabricação. Ele não informa, sozinho, se o recipiente pode ser levado ao micro-ondas. Para essa decisão, é necessário procurar uma indicação específica do fabricante para esse tipo de aquecimento.

O que o código informa

Os códigos de identificação da resina vão de 1 a 7 e podem indicar materiais como PET, PEAD, PVC, PEBD, polipropileno e poliestireno. Essa identificação ajuda em questões ligadas à fabricação, ao uso e à destinação da embalagem, mas não funciona como uma escala universal de segurança.

A presença do código também não revela quais temperaturas o produto acabado suporta. A Anvisa regulamenta materiais plásticos destinados ao contato com alimentos, mas a identificação da resina e a indicação de uso são informações diferentes.

Por que o número 5 não basta

O número 5 corresponde ao polipropileno, material usado com frequência em recipientes para alimentos e em produtos desenvolvidos para aquecimento. Ainda assim, potes feitos com esse mesmo plástico podem ter projetos e orientações diferentes.

Por isso, o número 5 não deve ser considerado uma autorização automática para o micro-ondas. A FDA orienta que sejam usados recipientes fabricados especificamente para esse aparelho. O consumidor deve procurar um símbolo com ondas sobre um recipiente, uma mensagem na embalagem ou outra instrução expressa do fabricante.

A orientação também precisa ser conferida para a tampa. Em alguns produtos, a base pode ser adequada ao aquecimento, enquanto a tampa deve ser retirada ou ficar parcialmente aberta. O fabricante pode estabelecer limites de tempo e temperatura, que devem ser respeitados.

Quando não há indicação

Se o pote não informar que é próprio para micro-ondas, a recomendação é não usá-lo para aquecer alimentos. A orientação vale especialmente para recipientes descartáveis, embalagens de alimentos comprados prontos e potes reaproveitados cuja finalidade original era armazenar comida fria.

Nesses casos, transfira o alimento para um recipiente identificado pelo fabricante como adequado ao micro-ondas. A FDA explica que alguns plásticos podem derreter ou sofrer alterações com o calor dos alimentos. Vidro e cerâmica também podem ser opções, desde que o fabricante indique que são apropriados para esse uso.

O código gravado no plástico ajuda a reconhecer o material, mas não substitui a instrução específica sobre aquecimento.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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