Lua está 85% visível na fase crescente nesta terça-feira
Em setembro, a Lua passou pelas fases minguante, nova e crescente; a Lua Cheia será no dia 26, às 13h50.
Em setembro, a Lua passou pelas fases minguante, nova e crescente; a Lua Cheia será no dia 26, às 13h50.
Simulações indicam que a rotação lenta do planeta poderia aproximar um satélite até uma colisão, mas não provam que ele tenha existido.
Imagem de Ali Alobaidly mostra a Nebulosa do Tubarão e foi escolhida como a vencedora geral da premiação de 2026.
A fonte de rádio varia de brilho há mais de 20 anos, mas continua sem emissão de raios X detectada pelo telescópio Swift.
Imagem da Mars Express mostra uma paisagem marciana com tons rosados e arroxeados, geleira, dunas e paredões elevados.
A Lua Crescente começou às 17h44 de 18 de setembro; a próxima fase será a Lua Cheia, no dia 26.
No apogeu, a Lua chega a 406.700 km da Terra; a diferença em relação ao perigeu pode alcançar 14%.
A Lua está 50% visível nesta sexta-feira, 18 de setembro de 2026, e a próxima mudança será a fase Cheia.
Com menos de um milhão de anos, o planeta foi identificado em uma lacuna do disco que envolve sua estrela.
Missão estudada por pesquisadores combina passagens por Júpiter e Saturno com propulsão de baixo empuxo.
A Lua aparece com 31% de visibilidade; o calendário de setembro ainda prevê as fases crescente e cheia.
Observações em nove galáxias revelaram anéis e arcos de estrelas associados a fluxos de matéria lançados por núcleos ativos.
A Lua está na fase Nova e aparece 23% visível nesta terça-feira, 15 de setembro de 2026.
A Lua Nova ocorre em setembro, enquanto o calendário do Inmet prevê outras três fases ao longo do mês.
A ocultação lunar não será observável no país, mas Lua e Vênus aparecerão próximos no céu após o pôr do Sol.
A Lua está com 2% de visibilidade neste sábado, e a próxima mudança será para a fase Crescente, no dia 18.
Algoritmo de aprendizado de máquina combinou imagens de quase 30 anos e revelou velocidades aparentes de até 13 vezes a da luz.
Imagens ultraprofundas não detectaram luz estelar e ajudaram a limitar a quantidade de estrelas que pode existir no objeto.