Juiz de Fora, Sábado, 3 de outubro de 2026
Viver bem, todos os dias
Bem-estar

Café: efeitos no organismo e cuidados para incluir a bebida na rotina

A cafeína pode aumentar o estado de alerta, mas o café não substitui refeições e seus complementos alteram o valor calórico.

Café: efeitos no organismo e cuidados para incluir a bebida na rotina

O café pode aumentar a sensação de disposição, mas seus efeitos e os cuidados no consumo dependem da forma como a bebida é preparada e incluída na alimentação. A cafeína atua no sistema nervoso central, elevando o estado de alerta e podendo favorecer a atividade mental e física.

A explicação é da nutricionista Cristiane de Oliveira, coordenadora do curso de Nutrição da Afya Araguaína. Segundo ela, a maioria das pessoas percebe esse efeito, embora a resposta varie entre os indivíduos.

O que muda o valor calórico

Quando consumido puro, o café apresenta baixo valor calórico. As calorias vêm principalmente dos ingredientes adicionados, como açúcar, leite, creme de leite, chantili, chocolate e óleo de coco. Por isso, o tipo e a quantidade desses complementos devem ser considerados de acordo com os objetivos e as necessidades de cada pessoa.

O café também pode provocar vontade de evacuar em algumas pessoas. Isso ocorre porque a bebida e a cafeína estimulam o sistema digestório. A resposta, porém, não é igual para todos: há pessoas mais sensíveis e outras que não sentem esse efeito.

Cristiane de Oliveira ressalta que o café não deve ser tratado como laxante nem usado para tratar a constipação intestinal. O funcionamento do intestino depende de um conjunto de fatores, como alimentação, consumo de água e saúde intestinal.

Bebida não substitui refeição

Outro cuidado é evitar trocar refeições por várias xícaras de café, especialmente quando a bebida leva açúcar. Passar a manhã e a tarde consumindo apenas café adoçado pode aumentar muito a ingestão de açúcar e levar a uma carga glicêmica elevada.

De acordo com a nutricionista, esse hábito pode favorecer doenças metabólicas, como diabetes e pré-diabetes, além de alterações nas gorduras do sangue, principalmente quando está associado ao sedentarismo e à predisposição genética.

A orientação é manter o equilíbrio e considerar as necessidades individuais. O café, sozinho, não resolve nem agrava uma condição: os nutrientes precisam ser distribuídos de maneira adequada ao longo da alimentação.

O Dia Internacional do Café, celebrado em 1º de outubro, reforça a oportunidade de conhecer melhor os efeitos da bebida e observar como ela é consumida no dia a dia.

Texto produzido pela Redação Horizonte Leve com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5