Flávio Bolsonaro viajou em jato ligado a Daniel Vorcaro em janeiro de 2025
Senador estava com a família e o advogado Willer Tomaz na aeronave, que também levou Alexandre de Moraes meses depois.
Senador estava com a família e o advogado Willer Tomaz na aeronave, que também levou Alexandre de Moraes meses depois.
Federação afirma que novos elementos sobre Daniel Vorcaro devem ser considerados na análise do pedido contra o senador.
E-mail apreendido pela Polícia Federal lista Flávio Bolsonaro e familiares em viagem entre Brasília e São Paulo, mas o voo não ocorreu como reservado.
Senador esteve em aeronave compartilhada por empresas ligadas ao ex-dono do Banco Master durante viagem da Flórida a Brasília.
Aeronave usada pelo senador em viagem dos Estados Unidos ao Brasil também foi utilizada por Alexandre de Moraes em outro deslocamento.
Projeto de 2007 não foi apresentado pelo senador, e a emissora afirmou que um comentário foi retirado do contexto nas redes sociais.
Candidato da Missão criticou o senador e disse que não pretende apoiar sua candidatura contra Lula em uma disputa presidencial.
Candidato do PSD citou rejeição de aproximadamente 50% ao senador e disse que sua própria candidatura teria espaço para avançar.
Mensagens apreendidas com Robson Calixto mostram pedidos para liberar verba destinada a instituto associado à área de influência dos irmãos Brazão.
Candidato do PSD também criticou Lula por não articular uma saída institucional para as tensões envolvendo o Supremo Tribunal Federal.
Após debate, candidato do Avante voltou a fazer acusações contra o senador e disse que convidaria Zema e Caiado para seu governo.
Registros encontrados no celular e nos e-mails de Willer Tomaz mostram viagens internacionais com o senador em 2025.
Indicação em 2020 envolveu Flávio Bolsonaro, aliados do então presidente e articulações no Senado antes da chegada à Corte.
Imóvel havia sido comprado por cunhado de Daniel Vorcaro e vendido meses depois a Willer Tomaz, amigo do candidato.
Registro de safári mostra o senador ao lado de Weverton Rocha, Willer Tomaz e Carlos Alberto de Sá, o Carlinhos.
Imóvel em São Paulo havia sido vendido por R$ 3,5 milhões antes de receber atividades da campanha presidencial.
Candidato do Missão relacionou o senador a nomes citados nas investigações sobre fraudes no INSS e descartou qualquer aproximação.
Pedidos à PGR e ao STF citam mensagens entre assessora do senador e Robson Calixto, ligado ao caso Marielle Franco.