Paulo Nogueira Batista Jr. vê soberania brasileira sob pressão dos EUA
Economista relaciona a eleição de 2026 à disputa de influência no Hemisfério Ocidental e ao avanço da política externa de Donald Trump.
Economista relaciona a eleição de 2026 à disputa de influência no Hemisfério Ocidental e ao avanço da política externa de Donald Trump.
Reunião tratou de comércio, Taiwan, Oriente Médio e América Latina, mas não eliminou a competição estratégica entre as potências.
Embaixadas russas afirmam que qualquer tentativa de isolar Kaliningrado teria consequências; Otan nega ameaça ao território russo.
Em Belo Horizonte, pesquisador britânico relacionou a ascensão chinesa à defesa da soberania nacional e do multilateralismo.
Vladimir Putin convocou a população a votar entre 18 e 20 de setembro e associou o pleito à defesa da soberania nacional.
Dmitry Peskov classificou as novas restrições contra petróleo e gás russos como ações hostis de Washington.
Declaração americana reacende críticas de China e Rússia e levanta preocupação com colisões em cadeia entre satélites.
A Rússia amplia a cooperação militar, diplomática e econômica com países que buscam reduzir a influência de antigas potências coloniais.
Medida exige autorização para liberar recursos da Venezuela e é alvo de críticas de economistas e do governo interino de Delcy Rodríguez.
A lei de 1856 criou um processo para cidadãos americanos reivindicarem depósitos de guano em locais desocupados e fora da jurisdição de outro governo.
Análise de Anton Bespalov defende intercâmbio, relações concretas e uma agenda positiva como caminhos para reduzir o preconceito contra russos.
Pronunciamento reacendeu o debate sobre petróleo, base naval e possível coordenação entre os governos de Milei e Trump.
Volodymyr Zelensky afirmou que o alvo era o escritório do chefe interino do serviço de segurança ucraniano.